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Blog de Antonio Moço
 


A ciência mostra que o bem estar físico depende da sexualidade.

A revista Veja trouxe como manchete de capa no mês de Janeiro de 2005 o

tema sexualidade: “A ciência mostra que o bem estar físico e psicológico depende

muito mais da sexualidade do que se pensava”.

Desde Sigmund Freud (1856-1939) a ciência tenta explicar as conexões entre a

sexualidade e o bem estar físico e mental. Quando o pai da psicanálise escreveu seu

ensaio sobre ansiedade e neurose, em 1895, dando uma ênfase até então inédita à

sexualidade, choveram críticas. Freud achou melhor rebatê-las em outro artigo, no

qual foi ainda mais enfático. Freud escreveu: “Muitas doenças mentais e as fobias,

em especial, não ocorrem quando uma pessoa leva uma vida sexual normal”. Sobre

a pedra fundamental das análises de Freud ergueu-se um monumental edifício de

estudos da sexualidade e de seu impacto sobre outras dimensões vitais do ser

humano. Os médicos investigam com crescente interesse como as carências

sexuais podem produzir doenças físicas e psicológicas e, por outro lado, como

certas moléstias afetam o desempenho e a satisfação sexual. As depressões, os

males cardíacos e circulatórios e o diabetes são doenças com impacto direto sobre a

sexualidade.( in revista Veja ed.1888, p. 73)

E você o que acha, da sexualidade afetar o nosso organismo causando doenças, concorda ou discorda do tema.



Escrito por antonio moço às 23h11
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Assim caminha a sexualidade

Segundo o médico austríaco Sigmund Freud dividiu  o desenvolvimento sexual do ser humano em diferentes  fases, conforme os orgãos , seres e objetos que proporcionam prazer e a relação que o indivíduo estabelece com eles.

Fase oral

Até os 2 anos, o orgão que concentra o prazer é a boca. É por meio dela que o bebê descobre o mundo, explorando objetos e partes dop corpo. Os cuidados  com segurança e limpeza são essenciais para que a curiosidade seja saciada sem afetar a saúde.

Fase anal

Aprendendo a controlar o esfíncter, a criança de 3 e 4 anos sente prazer na eliminação e na retenção das fezes e da urina. Por isso, pressionar para que ela largue as fraldas gera ansiedade e angústia. O ideal é elogiá-la quando pede para ir ao banheiro ou toma sozinha a iniciativa.

Fase fálica ou genital

Entre os 3 e 5 anos, a atenção se volta para o próprio orgão sexual e nasce o prazer  em manipulá-lo. Essa atitude é também uma busca pelo auto-conhecimento. Meninos e meninas percebem que têm ( ou não ) pênis. A vagina ainda é ignorada.

Latência

A curiosidade  sexual existe, mas é canalizada em grande parte para o desenvolvimento intelectual e social. Apesar desse desvio da libido, dos 5 aos 11 anos a criança continua explorando as diferenças para descobrir o que é ser menino ou menina.

Puberdade

Dos 12 aos 18 anos, o adolecente volta à fase genital, mas dessa vez o desejo vira vontade de fazer sexo.Os fatores sociais e emocionais que se ligam ao prazer ganham importância. A ação dos hormônios se intensifica, e o corpo amadurece. É comum o jovem se masturbar, ter sonhos eróticos e fantasias. Nas meninas, é tempo da primeira menstruação.

 E você o que acha dessas fases, dê a sua opinião?

 



Escrito por antonio moço às 18h52
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Educação sexual no cotidiano escolar

     A escola,querendo ou não, depara com situações nas quais sempre intervém. Seja no cotidiano da sala de aula, quando proíbe ou permite certas manifestações e não outras,seja quando opta por informar os pais sobre manifestações de seu filho, a escola está sempre transmitindo certos valores, mais ou menos rígidos, a depender dos profissionais envolvidos naquele momento.

     É necessário então que o educador tenha acesso à  formação específica para tratar de sexualidade com crianças e jovens na escola?

 



Escrito por antonio moço às 19h29
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